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Terça-feira, 27 de outubro de 2026

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SAEG amplia a coleta seletiva e chega a 77% da área urbana de Guaratinguetá

Coleta seletiva passa a atender 77% da população urbana de Guaratinguetá a partir do dia 19, com meta de chegar a 100% até março.

Tiago da Silva CândidoPor Tiago da Silva Cândido Atualizado em 27/10/2026 3 min de leitura
Fachada de prédio de prefeitura em cidade do interior (imagem ilustrativa)
Imagem gerada com ChatGPT (OpenAI)

A coleta seletiva de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba paulista, vai chegar a 77% da população da área urbana do município a partir do dia 19 de janeiro. O anúncio foi feito pela SAEG, a Companhia de Serviços de Água, Esgoto e Resíduos de Guaratinguetá, que informa que a ampliação faz parte de um planejamento para levar o serviço a 100% da área urbana até março.

O que muda para os moradores

Segundo a companhia, a ampliação reforça as ações de sustentabilidade e de gestão responsável dos resíduos sólidos, melhora os serviços prestados à população e incentiva a separação correta dos recicláveis. O objetivo declarado é aumentar a participação da comunidade, já que a coleta seletiva só funciona de fato quando o morador separa o material em casa.

O comunicado da SAEG não detalha, na nota inicial, os bairros contemplados nem os dias e horários de passagem dos caminhões. Quem mora na cidade deve acompanhar os canais oficiais da companhia e da Prefeitura para saber o dia da coleta na sua rua, e disponibilizar os resíduos apenas nos dias e horários definidos.

Como separar o lixo

A orientação da SAEG à população é separar o lixo em dois grupos: o úmido, que reúne os resíduos orgânicos, e o seco, que reúne os recicláveis. É essa separação feita dentro de casa que permite à coleta seletiva encaminhar o material para a reciclagem em vez de misturá-lo ao lixo comum.

  • Lixo úmido (orgânico): restos de alimentos e demais resíduos orgânicos.
  • Lixo seco (reciclável): materiais que podem voltar à cadeia de reciclagem e que devem ser colocados para a coleta seletiva.

Do que a cidade partiu

De acordo com a SAEG, antes dessa etapa a coleta seletiva atendia 29% da população da área urbana, com frequência de uma vez por semana. Com a ampliação, a cobertura sobe para 77%, mais que o dobro do patamar anterior, e a expectativa da companhia é completar a universalização em março.

O que aconteceu depois

Em nova publicação, de 19 de janeiro de 2026, a SAEG confirmou que a nova etapa começou nesse dia e que a coleta seletiva passou a alcançar 77% da área urbana. A companhia informou que dois caminhões passaram a operar na etapa e que foi feita uma licitação para a compra de outros dois veículos.

Mais de 20 bairros passaram a ser atendidos, entre eles Campo do Galvão, Centro, Chácaras Selles, Jardim Aeroporto, Jardim do Vale 1 e 2, Panorama 1 e 2, Parque do Sol, Santa Luzia, São Benedito, Vila Brasil e Walter Arantes/Matadouro.

Cooperativa dobra de tamanho

A SAEG também informou que a Cooperativa Amigos do Lixo deve passar de 20 para 40 associados. Sobre o prazo da universalização, a companhia afirma que “a meta de universalização será atingida dentro do prazo previsto”.

Por que a separação faz diferença

A ampliação da cobertura é só metade do trabalho. Para que mais bairros tenham coleta seletiva e o material chegue em condições de ser reaproveitado, é preciso que a população adote o hábito de separar. A SAEG pede justamente isso: que o morador separe o lixo úmido do seco e coloque o material nos dias e horários definidos, apoiando a expansão do serviço.

Em um município que passa de menos de um terço para mais de três quartos da área urbana atendida em uma única etapa, a participação dos moradores será decisiva para que a meta de 100% em março se traduza em mais material reciclado e menos resíduo indo para o descarte comum.

Fontes

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